sexta-feira, 12 de março de 2010

DOCE RITUAL


No meio da noite, acordo
Sentindo teu corpo junto ao meu
Deslizo a mão pelo teu abdomen
Até encontrar teu pênis
Repousando quentinho
A diabinha que habita em mim, aparece
Minhas mãos adquirem vontade própria
Inicio o doce ritual
Desperto-o, para mim
Meus lábios pedem para senti-lo
Quero fazer com que ele
Cresça e pulse
Dentro da minha boca
Eu o mamo
Como é bom!
Melecá-lo todinho
Com a minha saliva
E sentir ele se agigantando
Não sei quem se excita mais
Se eu ou você
Minha fenda úmida e quente
Está em saltos tremula
Vem amor!
Quero-te gozando tanto
Quanto eu já gozei

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